Sistemas de gestão de edifícios e novas diretivas da UE

FOTO MANOJ KULKARNI/ UNSPLASH

Artigo adaptado pelo Grupo Contimetra/ Sistimetra a partir do original "Building Management Systems and New EU Directives: A Jonhson Controls Perspective" da autoria de José Luis Damián de Las Heras, Country Manager Global Products Control Espanha & Portugal, Johnson Controls.

Na Europa, os Edifícios estão a passar por uma transformação crucial com a introdução de novas normas e diretivas destinadas a melhorar o desempenho energético e a sustentabilidade dos mesmos. No centro desta transformação estão os Sistemas de Automação e Controlo de Edifícios (SACE) – que os regulamentos mais recentes enfatizam fortemente.

Neste artigo de opinião, examinamos os principais requisitos da  norma EN ISO 52120-1 e a Diretiva de Desempenho Energético de Edifícios (Energy Perfomance of Buildings Directive - EPBD) atualizada, discutimos como as soluções da Johnson Controls (JCI) se alinham com esses ideais, descrevemos os benefícios e os desafios respeitantes à conformidade com a norma e partilhamos a nossa opinião sobre o futuro do SACE à luz destas mudanças.
 

EN ISO 52120-1: Elevar a fasquia no controlo inteligente de edifícios

Uma base importante para o novo cenário regulamentar é a EN ISO 52120-1:2022, a norma internacional que define como os sistemas SACE contribuem para a eficiência energética. Esta norma, que substitui a antiga EN 15232, estabelece um quadro comum para avaliar e classificar as capacidades do SACE e o seu impacto no desempenho energético de um edifício.

Uma característica fundamental desta norma é a definição de quatro classes de eficiência (A, B, C, D) para edifícios:

  • Classe D – Controlo não eficiente em termos energéticos (essencialmente automação nula ou mínima). Os edifícios desta classe são considerados ultrapassados e devem ser melhorados.

  • Classe C – Esta é uma linha de base de medidas de controlo comuns (por exemplo, programação básica de AVAC e iluminação).

  • Classe B – SACE avançado com algumas funções técnicas de gestão de edifícios. Isto implica estratégias de otimização AVAC com base em previsões meteorológicas ou ligar vários sistemas entre si.

  • Classe A – SACE de alto desempenho com Gestão Técnica de Edifícios integrada. Este nível superior envolve um sistema totalmente integrado e inteligente, onde todos os serviços dos edifícios estão coordenados para a eficiência com recursos como a ventilação controlada com base na necessidade real, proteção à exposição solar automatizada e otimização energética global. (...)

Leia o artigo completo na Avac Magazine nº 13, julho/setembro 2025

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